sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O FILHO DE C(K)AROL

Poucas coisas me deixaram tão preocupados ultimamente quanto o filho de Carol, ou karol, ainda não sei. E hoje, me dando conta da nobreza do sentimento que tive, e do desinteresse do meu gesto, e de tudo o que cercou ele, me orgulho de mim.
Não, não é por cabotino, menos ainda ser freqüente, foi um rompante, admito, mas foi honesto, foi orgulho para mim, foi admirável.
O que fiz de tão bom?
Fui humano.
Desinteressado e humano.
O que fiz?
Não interessa, mas fiz, não por outra coisa que não carinho, não amor.
Amor?
Sim, amor não de homem, amor por gente, pela alegria de ver um filho restabelecido.
Olha, fiz parte da alegria de uma mãe. Fiz parte de um sorriso de uma criança. Fiz parte do amor de Cristo.

Um comentário:

Mirse Maria disse...

Esta é a prova que não são os que rezam que são os mais solidários com a dor do próximo. Seja esse próximo quem for, enquanto estamos fazendo alguma coisa sentimos isso que você sentiu. Um bem estar enorme.

Essa é a filosofia de Cristo.

Parabéns, Well. Sua amiga aqui tem orgulho de você!

Beijos

Mirse